
Canabinoides
A ciência por trás do CBN, CBG, CBDA e outros canabinoides — as suas diferenças e o que diz a investigação atual.
Canabinoides

CBG e sonolência: o que está medido e o que não está
Uma afirmação muito repetida, sem trabalho fundador por baixo. Aqui fica o que a revisão de 2021 reporta, o que reporta sobre o CBN o trabalho de Corroon do mesmo ano, e onde a prova para.

THCA e THC: a diferença é um grupo carboxilo
Material cru, por secar, contém predominantemente THCA. A descarboxilação retira o grupo carboxilo, e é por isso que duas amostras da mesma planta podem dar leituras diferentes.

CBD de espectro largo: o que a designação diz
Uma designação de catálogo sem definição legal fixa, lida a partir do relatório de lote em vez do rótulo. Com o que a literatura de 2011 e de 2018 documenta, e o que deixa em aberto.

THCP, o canabinoide de cadeia heptilo
Um composto sem documentação na planta até 2019, uma cadeia lateral de sete carbonos e um ensaio de ligação ao CB1. O que está publicado, e onde o registo para.

Investigação sobre CBD: o que está medido e o que fica em aberto
Farmacocinética humana, tolerabilidade, um recetor de serotonina e o peso da expectativa. Quatro publicações, com aquilo que cada uma mediu e aquilo que deixou por fechar.

Serotonina e 5-HT: o nome, os recetores e um relato de 2005
O nome formal, a sigla de uso corrente e o formato do inventário de recetores, lidos linha a linha. Mais um relato de 2005 sobre canabidiol no subtipo 5-HT1a, contado pelo tamanho que tem.

PEA (palmitoiletanolamida): a mesma família química da anandamida
Porque é que a palmitoiletanolamida aparece sempre ao lado da anandamida: classe química, produção interna e a mesma via enzimática de remoção. O que a revisão de 2001 cobre, e onde para.

Como o sistema endocanabinoide foi descoberto
Primeiro o composto do haxixe, em 1964. Depois o recetor, em 1990, e a primeira molécula endógena, em 1992. A cronologia exata dos achados que fixaram o vocabulário.

O que é a deficiência endocanabinoide clínica (CECD)?
Uma hipótese com nome, data e autor, construída sobre duas moléculas produzidas sob procura e removidas depressa. Aqui fica o que está escrito, e onde o registo acaba.

Endocanabinoides: as moléculas canabinoides do próprio corpo
Anandamida e 2-AG, linha a linha: ano de publicação, tecido, classe química e enzima. Mais os lípidos que continuam apenas propostos, em estudo.

CBD, THC e o resto da família dos canabinoides
Duas moléculas da mesma planta, dois lugares diferentes na literatura. Por trás delas, uma família bastante maior: mais de cem compostos identificados, além de terpenos e outras moléculas vegetais [4].

CBD e testes de drogas: o que fica registado
Um rastreio procura o delta-9-THC e os seus produtos de degradação, e não o canabidiol. Entre um lote com THC não detetável e um certificado com 0,03% há dois registos diferentes, e nenhum deles é uma previsão.

Isolado de CBD: canabidiol sem o resto da planta
Uma molécula, um número, uma análise curta. O que o isolado é, como aparece, onde encaixa e porque é que os óleos da Cibdol seguem por outro caminho.

Espectro completo, espectro largo ou isolado: ler a diferença
Três designações para o mesmo tipo de frasco, com composições declaradas diferentes. A comparação faz-se pelas linhas do relatório do lote, canabinoide a canabinoide.

Porque é que o CBD é tão popular?
Três datas, duas geografias e um critério de 1997 dão conta da escala que o canabidiol atingiu. A química de 1940 e a biologia molecular de 1990 chegaram muito antes das prateleiras.

Canabinoides sintéticos: a molécula, o recetor e o lote
Onde acaba a família de canabinoides catalogada na literatura química e onde começa uma zona sem composição declarada. Química, recetores e o alcance de cada registo.

Cinco canabinoides maiores, cinco datas na literatura
Canabinol, canabidiol, tetra-hidrocanabinol, canabigerol e canabicromeno: cinco moléculas e cinco datas. E a razão pela qual a parte biológica do assunto chegou depois da química.

CBCA: o terceiro ácido que sai do CBGA
Onde entra o terceiro ramo da via do CBGA, o que a descarboxilação retira à molécula e como o CBC chega a ter um valor especificado num produto.

Fitocanabinoides: os canabinoides que vêm da planta
Uma leitura simples do prefixo «fito»: onde estas moléculas se formam na planta, que ácido está a montante de todas e porque é que a mesma palavra serve três origens diferentes.

Que canabinoides são psicoativos?
Uma pergunta antiga com uma resposta que passa por uma proteína com nome. As datas de 1940, 1964 e 1990 organizam tudo o que há para dizer.

Limites de THC: o número do campo e os números do produto
Uma percentagem agrícola e três valores de produto medem coisas diferentes. Convertidos todos para mg/kg, as distâncias entre eles tornam-se visíveis.

CBG: canabigerol, do CBGA ao rótulo do frasco
A química da biossíntese, a razão da escassez na planta madura e a leitura de 500 mg de CBG com 250 mg de CBD em 10 ml.

THCV: o canabinoide de cadeia com três carbonos
Onde a série propílica se separa da pentílica, que precursor ácido lhe dá origem e o que o levantamento de constituintes de 2005 registou sobre quantidade. Sem produto com THCV no catálogo da Cibdol.

CBDV (canabidivarina): estrutura, nome e presença na planta
Uma leitura estrutural do CBDV: o que partilha com o canabidiol, o que separa os varins dos canabinoides de cadeia pentilo e por onde passa a via de formação na planta.

CBDA: o ácido que o cânhamo produz enquanto cresce
A planta de cânhamo monta ácidos, não formas neutras. O CBDA é um dos ramos que partem do ácido canabigerólico, o produto descrito por Fellermeier e Zenk, em 1998.

CBGA: o ácido canabigerólico e as três rotas na planta
Uma reação com enzima identificada, relatada em 1998, e a bifurcação em três ácidos que se segue. O que a literatura fixou sobre o CBGA, e onde o ficheiro fica fino.

CBN (canabinol): química, 1899 e leitura de rótulo
Canabinol isolado em 1899, uma família de nomes que só foi catalogada depois, e um rótulo que mede em miligramas. O CBN, dado a dado.

THC (delta-9-tetra-hidrocanabinol): a molécula e o recetor
Uma molécula isolada em 1964, um recetor descrito em 1990 e um precursor chamado CBGA. O que está publicado sobre o THC, e onde é que o número aparece medido.

CBC ou CBD: a diferença que a planta decide
Canabidiol e canabicromeno saem da mesma via biossintética e da mesma lista de mais de 100 canabinoides. O que os separa é quanto a planta entrega de cada um.

O que é o CBC (canabicromeno)?
Canabicromeno visto pela química que o antecede: uma transferase, um precursor ácido comum e um ramo próprio dentro do cânhamo. Mais a forma neutra que aparece medida nos extratos.

CBG e CBD: onde as duas moléculas se separam
Da enzima descrita em 1998 aos miligramas impressos em 10 ml: onde o canabigerol e o canabidiol se separam na planta, na colheita e na etiqueta.

Canabinoides: quem é quem nesta família de moléculas
Os nomes desta família arrumados por origem: os compostos da planta, o precursor ácido descrito em 1998 e os endocanabinoides produzidos no corpo. Com a indicação de onde cada registo publicado acaba.

Efeito entourage: mecanismo, origem e um debate aberto
A expressão nasceu num contexto de moléculas endógenas e de enzimas de degradação, não em misturas vegetais. Aqui fica o que ficou medido, o que foi proposto e o que continua sem resposta em pessoas.

2-AG (2-araquidonoilglicerol): o segundo endocanabinoide maior
Estrutura, nome, os dois registos de 1995 e a comparação com a anandamida. O 2-AG lido pelo que está medido: perfil no recetor, via de eliminação e onde o registo termina.

Anandamida: o endocanabinoide com nome de ananda
Isolamento em 1992, ligação ao recetor canabinoide, remoção por via enzimática. E um nome que ficou mais citado do que qualquer medição.

Recetor CB2: o segundo dos recetores canabinoides
Caracterizado em 1993 em tecido imunitário, o CB2 é o segundo recetor canabinoide a entrar na literatura. Aqui ficam a localização registada nas fontes, o vocabulário dos artigos e o caso do betacariofileno, de 2008.

Recetor CB1: o que está registado e o que fica em aberto
Classe, ano de clonagem, densidades e ligandos do recetor canabinoide de tipo 1. E o ponto exato onde a evidência em humanos ainda está a ser construída.

Sistema endocanabinóide: as peças que a literatura nomeia
Quatro trabalhos publicados entre 1990 e 1995 fixaram os nomes, as datas e a ordem de descoberta deste sistema. Esta página fica-se por aí: peças identificadas, enzimas nomeadas, pontos que continuam em caracterização.

THCA: o ácido que existe na planta antes do THC
A forma ácida do THC, a química que a converte, além do que os trabalhos de 2011, 2012 e 2013 mediram. Sempre in vitro ou em modelos pré-clínicos.

















