
Compostos vegetais
Terpenos, flavonoides e a fitoquímica mais ampla por trás dos extratos de cânhamo de espectro completo.
Compostos vegetais

Valenceno, do isopreno à fórmula C15H24
Quinze carbonos, vinte e quatro hidrogénios e uma entrada num quadro de quatro colunas. O que o valenceno tem escrito, e onde o registo publicado para.

O que é o terpineol? Definição, isómeros e aroma
Um álcool monoterpénico com quatro isómeros nomeados, descritores de aroma escritos em palavras e um ponto de ebulição publicado por aproximação. Onde termina a ficha, começa a página de gama.

Sabineno, terpeno visto pelos números
Um composto lido apenas pelos seus dados: classe química, fórmula C10H16, massa molar aproximada de 136 g/mol e um ponto de ebulição de cerca de 163 °C. O que não está publicado fica anotado como tal.

Fitol: a definição e os dados que existem
Fitol é um nome listado entre os terpenos e terpenoides da canábis. O que está publicado resume-se a essa classificação, com fonte de 2011, além de um ponto de ebulição medido a pressão reduzida.

Ocimeno: o que a ficha deste terpeno diz
Classe química, descritores de aroma e um valor de temperatura aproximado: é isto que existe escrito sobre o ocimeno. O resto pertence a outras entradas, com bibliografia própria.

Guaiol: o que a literatura registou sobre este terpeno
Classe química, palavras de odor e dois pontos de ebulição publicados a pressões diferentes. É isto que consta escrito sobre o guaiol, e é aqui que as fontes divergem.

Geraniol, do grupo hidroxilo aos 230 °C
Um monoterpeno de fórmula C10H18O, com ponto de ebulição perto dos 230 °C à pressão atmosférica. O teor varia com o cultivar, o cultivo, a colheita e o processamento.

Farneseno: o que está registado sobre este sesquiterpeno
Química, aroma descrito e um ponto de ebulição que as fontes não fixam num único valor. O que está publicado sobre o farneseno, e onde acaba esse registo.

Eucaliptol: dois nomes, um composto volátil
Um composto da fração volátil das plantas, com nome corrente e nome sistemático. Aqui ficam a classe, as duas designações e o dado de temperatura, com a condição ao lado.

Canfeno: o terpeno lido dado a dado
Classe química, fórmula, contagem de átomos e um ponto de ebulição de cerca de 159 °C. O que o registo do canfeno fixa por escrito, e onde para.

Borneol: fórmula, estrutura e ponto de ebulição
Classe química, fórmula e temperatura de ebulição do borneol, lidas sempre com a condição de pressão anotada ao lado do número.

Bisabolol: o registo de um terpeno da canábis
Onde o bisabolol se inscreve na fração aromática da planta, em que quantidade e o que faz mover esse valor de amostra para amostra, segundo a revisão de Russo, de 2011.

Lipossomas: estrutura, rótulo e certificado de lote
Fosfolípidos em água organizam-se sozinhos em bolsas de parede dupla. A palavra impressa no rótulo descreve esse arranjo, não o conteúdo do frasco.

Óleos de base: os três veículos da gama Cibdol
Que base entra em que concentração, de que planta ou material vem cada uma, e o que a contagem de carbonos separa entre elas. Tudo o que está escrito na lista de ingredientes, lido por ordem.

Descarboxilação: como o CBDA se transforma em CBD
O cânhamo produz canabinoides na forma ácida, e um rótulo declara a forma neutra. A descarboxilação é o passo que liga as duas leituras, com curva medida e ponto final verificável.

Como a planta de canábis monta os seus canabinoides
Do ácido olivetólico ao CBGA, e da sintase purificada em 1996 até ao facto de os ácidos formados não serem transportados: o que está mesmo escrito sobre a montagem dos canabinoides na planta.

Extração por CO2: um gás comprimido a fazer de solvente
Química e sequência industrial de um método que usa pressão em vez de solventes líquidos. O que acontece dentro do vaso, e porque não fica residual para retirar depois.

Cânhamo e canábis: uma espécie, várias etiquetas
Uma espécie, mais de cem canabinoides contados na planta e um limite de THC fixado no campo. Esta entrada separa o que é botânica, o que é registo e o que é apenas linguagem de rótulo.

Óleo de cânhamo: dois produtos com o mesmo nome
Semente prensada e extrato de resina partilham um nome comercial e quase nada mais. Aqui ficam os dados que separam os dois, ponto por ponto.

Óleo de canábis: o mesmo nome para três produtos
Três materiais partilham uma palavra: extrato de resina, concentrado rico em THC e óleo prensado da semente. A diferença resolve-se no rótulo, no volume e na análise do lote.

Isoflavonas: onde este nome se encaixa na química vegetal
Uma subclasse de flavonoides definida pelo desenho da molécula, com dois nomes de referência na soja. O cânhamo, que não é leguminosa, apresenta um conjunto de flavonoides diferente [2].

Flavonas: os flavonoides das ervas e das flores
O que separa uma flavona de um flavonol, de uma isoflavona e de uma flavona prenilada é a contabilidade de duas posições. Estrutura, nomes e limites, escritos por ordem.

Antocianinas: a química por trás do vermelho, do roxo e do azul
Uma molécula, quatro estados, uma variável a mexer-se: o pH. Da faixa fortemente ácida ao meio ligeiramente alcalino, com o vacúolo da célula vegetal ao lado e os limites do que está publicado sempre indicados.

Flavanóis (flavan-3-óis): os flavonoides do chá e do cacau
Uma subclasse de flavonoides com dois nomes: catequinas, epicatequina, cadeias de proantocianidinas e a adstringência que nasce da ligação a proteínas.

Flavonóis: o que a posição 3 decide
Um grupo hidroxilo na posição 3 separa os flavonóis das classes vizinhas. Como se lê essa diferença, e porque duas amostras da mesma planta raramente coincidem.

Flavanonas: a subclasse de flavonoides dos citrinos
Uma subclasse definida por uma ausência: sem dupla ligação C2-C3, o carbono 2 passa a estereocentro. Aqui ficam as posições, os nomes de grupo e a configuração 2S dos citrinos.

Flavonoides: a química da cor nas plantas
Um esqueleto comum, três alterações que criam as subclasses e os quatro flavonoides principais descritos no cânhamo. Mais as canflavinas, que nascem da própria planta.

Terpenos em quadro: cheiro, temperatura, planta de origem
Quatro colunas, oito compostos de aroma e um conjunto de notas de leitura. O quadro fixa nome, odor, temperatura aproximada e origem vegetal, e para aí.

Lavanda: a planta por trás do linalol
O que fica escrito sobre a lavanda quando se passa do nome comum ao binómio latino, à lista de constituintes do óleo e ao lugar da planta na perfumaria desde 1882.

Terpenos: os compostos que dão aroma às plantas
Uma introdução à fração aromática das plantas: como se define um terpeno, como se conta a sua estrutura e o que três trabalhos citados fixam por escrito.

Lúpulo: resina, mirceno e o limite da semelhança
A parecença entre lúpulo e canábis vive na resina e na química do aroma. O inventário de canabinoides, esse, não coincide.

Mirceno: o terpeno que liga a manga ao lúpulo
Onde ocorre o mirceno, como o laboratório o mede e de onde vem o nome. E o que a revisão de Russo, de 2011, propõe sobre a interação entre compostos.

Terpinoleno: quatro cheiros num só terpeno
Dez carbonos, dezasseis hidrogénios e quatro famílias de cheiro num só nome. O que está identificado neste monoterpeno, e o que a investigação ainda não fechou.

Cariofileno: o terpeno das especiarias e o recetor CB2
Um terpeno com afinidade nanomolar no CB2 e nenhuma afinidade mensurável no CB1, segundo o rastreio publicado em 2008. O que ficou medido, e onde para o registo.

Humuleno: o terpeno que herdou o nome do lúpulo
Onde o humuleno se coloca numa tabela de terpenos e o que a fórmula C15H24 fixa. E o que a revisão de 2011 deixou escrito como hipótese.

Linalol: o terpeno lido a partir da flor de lavanda
Um nome, um intervalo de ebulição e um lugar numa revisão de 2011: o que está escrito sobre o linalol, e onde o registo se interrompe.

Limoneno: o terpeno dos citrinos
Definição, dados físicos e rota industrial do limoneno, o terpeno da casca de laranja e de limão. Com a revisão de 2011 lida pelo que ela propõe, e não por mais do que isso.

Pineno: química, isómeros e descrição do aroma
Um nome vindo da resina, duas formas escritas com letra grega à frente, e um único valor físico com origem citada. Onde a documentação acaba, fica assinalado.

Como se extrai o CBD do cânhamo
Quatro métodos, duas pontas da mesma escala. O CO2 supercrítico atravessa o cânhamo sob pressão, leva canabinoides e outros compostos desejáveis, e deixa ficar o resto.

O que é o nerolidol?
Perfil de um sesquiterpeno que quase todos já cheiraram sem lhe ler o nome, com os volumes industriais registados e os estudos publicados, ano a ano.

















